Rotos, mal amanhados
Que nada me dizem
Mas que me envolvem
A alma e o coração
Numa teia de solidão
São trapos perdidos
E mal urdidos
Para tentar tapar
O vazio que há-de teimar
Por entre um silêncio
Que não se deixa calar
Nem à faca cortar
E são tantos os trapos
E mil, os farrapos
Que sem perdão
Me vestem de solidão

Lindo!
ResponderEliminarDia feliz para ti.
Bjs
Lindo
ResponderEliminarObrigada Beatriz!
ResponderEliminarObrigada Olga!
ResponderEliminarBeijinho e um dia feliz também para ti, querida!
São lindas as palavras, que a vestem de solidão, espero que lhe deem animação.
ResponderEliminarBoa semana, Ana!
Fiquei comovida ao ler tão bonito poema.
ResponderEliminarBeijinhos Ana
Adorei
ResponderEliminarBom saber! Vindo de quem escreve como tu, é um elogio que não sei se mereço... obrigada querida Romi!
ResponderEliminarOhhh! Muito obrigada querida Manu!
ResponderEliminarMuito obrigada pela generosidade do seu comentário!
ResponderEliminarUma boa semana também para si!
Os trapos da Vida, mesmo que farrapos, se coloridos, de cores garridas, tornam mais alegres e festivas, todas e quaisquer Vidas! Felicitações!
ResponderEliminarObrigada Francisco!
ResponderEliminarDia feliz!
Muito bom!
ResponderEliminarBeijinho
Obrigada Isabel!
ResponderEliminarBeijinho
A solidão é também um momento de vida...
ResponderEliminarSem dúvida!
ResponderEliminarBoa semana!