Soberbo e cheio de mania
Sopra o vento e assobia
Em busca de companhia
Da sua amiga ventania
E logo há-de, a ventania vir
Pronta para com ele seguir
Num tanto soprar e suspirar
Onde juntos hão-de bailar
Sussurros suaves, danças no ar
Com a ventania, juntos a soprar
O vento brinca sem se cansar
E tudo se agita sem par
Livres e felizes, vento e ventania
Juntos e unidos, de noite e de dia
A vida hão-de assim desafiar
Sem nunca se deixar amarrar
Comentários

Muito bonito, Ana!
ResponderEliminarFeliz dia.
Obrigada e um dia feliz, Carla!
ResponderEliminarMuito obrigada José!
ResponderEliminarTenha um dia feliz!
Apetece dançar (mesmo não sabendo). Haja vento e liberdade.
ResponderEliminarUm dia feliz, Ana.
Que bom, Isabel!
ResponderEliminarBeijinhos e um dia feliz!
Obrigada Beatriz!
ResponderEliminarBeijinho e um dia feliz!
Que lindo Ana. Amei
ResponderEliminarEu que detesto o vento, adorei esta ventania
ResponderEliminarBeijinhos
Obrigada, querida Ana!
ResponderEliminarAinda bem, querida Romi!
ResponderEliminarBeijinhos!
Muito bonito
ResponderEliminarBoa tarde, Ana D.
ResponderEliminar"E elas sentem-se agarradas
Bailam no ar desgrenhadas,
Bailam com ele assustadas,
Já cansadas, suspirando;
E o vento as deixa, abalando,
E lá vai!..." (Afonso Lopes Vieira)
O que Afonso Lopes Vieira não sabia era que o vento bailava com todos e a todos abandonava porque procurava a sua "Ventania".
Obrigado, Ana D., por nos ter elucidado,
Zé Onofre
Eu é que agradeço o seu notável comentário que muito me ensina!
ResponderEliminarObrigada Zé Onofre!
Muito obrigada pelo comentário, querida Di!
ResponderEliminarUma encantadora forma de ver o vento e a ventania
ResponderEliminarBeijinhos, Querida Ana
Feliz Dia
Assoberbado de fidalguia.
ResponderEliminarVá-se lá saber de onde lhe vem a mania.
Varrido por furiosa ventania.
Sai Portugal do Europeu
Sem glória nem prestígio
Do que prometia ser o céu
Diz martinez do alto seu iluminismo.
Não foi a fatalidade
não pecou o Ronaldo pela idade
nem tão-pouco eu por insanidade.
jogámos bem para ganhar.
até para esmagar,
mas a malvada não quis entrar.
Outros ventos virão
que tudo mudarão
para bem do nosso gosto.
iremos triunfar
temos o Ronaldo firme no seu posto
Eis aqui a salvação.
Olé olé, vai Espanha.
perdão... Portugal!
Isto é que vale.
entretanto e em jeito de ventania
crença e fé
precedidas de idolatria que persista eternamente a belíssima Ronaldo mania.
Belíssimo poema o seu,
Gostei muito. De parecido ver apenas as meninas jogarem futebol. Poesia pura. Nunca mais chega sexta-feira.
Felicidades .
Esses não parecem o vento e a ventania que têm por norma aborrecer-nos, esses são fofos!
ResponderEliminarBeijinho
É verdade e olha que o vento e a ventania também me irritam, querida Isabel!
ResponderEliminarBeijinhos e uma boa noite!
Muito obrigada pela tua doce opinião , querida Luísa!
ResponderEliminarBeijinhos e boa noite!
Muito obrigada, meu amigo e receber notícias suas e ainda por cima escritas desta bela maneira!
ResponderEliminarMuito obrigada. É sempre um gosto enorme lê-lo por aqui!
Especialmente significativo este poema para quem como eu vive na zona Oeste do país...
ResponderEliminarbela dança :)
ResponderEliminarMuito obrigada!
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