A geometria das plantações de arroz permanece como um testemunho da harmonia entre a natureza e a intervenção humana. Cada passo revela a história contida no solo, num ciclo que se repete a cada estação. A simplicidade da paisagem ganha uma beleza única. Os arrozais em descanso exibem uma serenidade que captura a essência da natureza no seu estado mais puro. Cada passo revela não apenas a beleza estética, mas também a riqueza cultural e histórica que se desenrola ao longo do ciclo agrícola.
Caminhar nos arrozais em pousio é mergulhar num universo de tranquilidade e reflexão, onde a beleza se manifesta na simplicidade da terra que repousa enquanto aguarda pacientemente a próxima temporada de renascimento.
A solidão dos arrozais em pousio contrasta com a agitação da época de cultivo, oferecendo um refúgio tranquilo e um horizonte aberto até onde a vista alcança, para os que tal como eu buscam paz e introspeção. Para os que como eu, lhes corre a saudade nas veias. Saudade de tempos passados num universo que também já foi meu.
Várzea de Samora Correia, no concelho de Benavente.
Participação no "Desafio 1 foto, 1 texto" em resposta à Isabel Silva do blog "pessoas e coisas da vida".










Gosto muito das imagens.
ResponderEliminarDevo conseguir parecidas em Alcochete, que está nos meus planos.
Tudo de bom Ana
Bastam as fotografias, para sentirmos essa paz de que falas tão bem.
ResponderEliminarUm beijinho
Lindas fotos e uma bonita reflexão.
ResponderEliminarGrata pela partilha.
Beijinhos Ana
Excelente partilha!
ResponderEliminarBom fim-de-semana, Ana!
Hummm ... que tranquilidade....
ResponderEliminarExcelente partilha!
ResponderEliminarBom fim-de-semana, Ana!
Lindíssima escrita, inspirada e com fotografias a acompanhar tão tranquilas e belas como as palavras.
ResponderEliminarMuito obrigada pela excelente partilha, querida Ana!
Um post que deixou respirar numa pausa para o café, que no caso, foi um passeio pelos arrozais, também, da saudade.
Beijinhos!
Muito obrigada pelas tuas generosas palavras, querida Mafalda!
ResponderEliminarÉ sempre um gosto ter-te por aqui!
Muito obrigada e um bom fim de semana também para si, José!
ResponderEliminarMesmo! Uma tranquilidade avassaladora, querida Beatriz!
ResponderEliminarEssa apreciação das fotos feita por ti tem muito valor querida Manu! Grata!
ResponderEliminarQue bom que esse sentimento se estende a quem lê e vê as fotos!
ResponderEliminarBeijinhos, querida Isabel!
Em Alcochete também conseguirá belas fotos mas não de arrozais. A paisagem é essencialmente rio, sapal a menos que o meu amigo já venha na prospeção dos terrenos do aeroporto!
ResponderEliminarObrigada João-Afonso!
Obrigada José!
ResponderEliminarPaisagem maravilhosa!
ResponderEliminarSou suspeita, mas também acho!
ResponderEliminarBeijinhos e bom fim de semana Sofia!
Lindíssimas fotos, de paisagens de nostalgia e palavras de Saudade! Gostei muito.
ResponderEliminarÉ sempre um gosto aqui poder regressar e encontrar sempre palavras tão bonitas (além dos postais com humor, que também são especiais).
ResponderEliminarObrigada pelas partilhas e por aqui estares, querida Ana.
Bom fim-de-semana!
Beijinhos
Generosidade tua querida Mafalda! Obrigada!!
ResponderEliminarMuito obrigada Francisco! Que orgulho saber que gostou, tanto mais que sei o que aprecia e valoriza o "que é nosso"!
ResponderEliminarUma paisagem ribatejana que é, também, minha.
ResponderEliminarDurante muitos anos a nacional 118 foi a minha route 66, a minha estrada.
Estrada para ir, para vir, essencialmente, para interiorizar que o importante não é o destino mas o caminho.
Samora Correia, a concelho! Aconselho a visita.
Obrigado pelas excelentes imagens e recordações, Ana.
Que engraçado Pedro e que bom ter-lhe trazido essas recordações!
ResponderEliminarUm feliz dia!