"Quatro desafios de Escrita!", o livro do José da Xã

Tal como outros bloggers do Sapo Blogs, também eu fui presenteada com o livro "Quatro desafios de escrita!" escrito pelo José da Xã, deixando-me extremamente grata e lisonjeada com a sua ação. Não é de todo a primeira vez que por aqui escrevo, que este charco me deu e dá, muito mais do que alguma vez pude imaginar, quando pensei em criar o meu blog e o privilégio de conhecer o José ou de ler o seu livro é disso mesmo, um bom exemplo.  

O livro é uma compilação das respostas do José a alguns desafios que por aqui foram surgindo e no meu caso, que sou ainda relativamente nova nestas andanças, foi a primeira leitura de três desses desafios, já que apenas acompanhei o "Desafio dos Quadros".

Li o livro durante um fim de semana e adorei! Uma leitura muito praseirosa de um livro ímpar pela forma como é construído, já que com a sua imensa criatividade, o José consegue criar continuidade entre os diferentes motes, dando-lhes enredo e transformando-os em contos.

Não consigo escolher um como preferido. Guardei na memória, todas as personagens sem exceção, pois todas me deixaram alguma coisa…

O Malquíades lembrou-me que "a coragem nasce connosco… os medos são aprendidos" e são tantos os medos que aprendemos com a vida.

Do Elizário, guardo a doçura e bondade da escrita, onde muito revejo a personalidade do José e a alusão ao elogio fúnebre da personagem, que passo a citar "Aqui dorme para sempre Elizário Mota. Nasceu pobre e morreu rico, mas sem sequer ter um tostão." que denota a imensidão dos verdadeiros valores da vida, bem patentes também ao longo do conto.

Do Valdemar, retive uma vez mais, o quanto gosto de ler o José quando se dedica ao estilo do romance policial. 

Por tudo isto, José, quero dizer-te que me diverti mesmo muito na leitura do teu livro e que fico à espera do próximo! Não precisas de mo oferecer, porque eu pagarei para te ler com todo o gosto! 


Bem haja, José!

Comentários

  1. Muito bom ... já o li todo

    Beijinhos, Querida Ana
    Feliz Dia

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  2. Também adorei!
    Beijinhos e um dia feliz, querida Luísa!

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  3. Olá Ana

    Mais um postal para eu escrever! Obrigado por este teu postal. Como bem sabes sou um homem simples e genuíno. E as tuas palavras valem muuuuuuuuuuuuito mais que livros vendidos. Sinceramente.
    Um beijo grande.
    Bem hajas!

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  4. Olá José
    Eu é que te tenho a agradecer pela oferta do livro e ainda mais pelo privilégio de o ler! As minhas palavras são mesmo muito sentidas! Adorei o livro e sublinho uma vez mais (já o escrevi nos comentários a alguns dos teus posts) que admiro profundamente a tua criatividade e a tua capacidade para "enredar" a ação.
    Creio que tens de dar mais um passo e escrever o segundo!
    Foi um gosto, ler-te!
    Um abraço com amizade!

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  5. Tal e qual!!!
    Ficamos todos à espera de mais.
    Beijinho

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  6. Nem mais querida Isabel!
    O José já tem trabalho adjudicado!
    Beijinho!

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  7. Aguardamos por novas estórias, e sei que o José não nos vai dececionar... inspiração não lhe falta e vontade para escrever também não.
    Tudo de bom amiga.
    Bjs

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  8. É isso mesmo, querida Olga! E Parabéns também para ti que muito bem vestiste o livro do José! Diria, que o José e tu fizeram uma combinação de sucesso! Que venham mais!
    Beijinhos e um dia muito feliz amiga!

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  9. As personagens e a narrativa do José é que me inspiraram. Obrigada pela referência.
    Bjs

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  10. E foi uma excelente inspiração!

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  11. Qual Lobo Antunes, qual Raul Minh' alma, qual Rúben Cardoso Carrapato, qual Mariana Penso Claro, qual Margarida Rebelo Pinto, qual quê.
    A próxima pessoa portuguesa a receber o Nobel da literatura tem um nome (ou melhor, dois):
    José da Xã. .
    Parabéns pala análise, Ana.
    Como diria Valdemar: "mais vale um fogão no chão, que dois a voar".

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  12. Voto nisso!!
    Muito obrigada Pedro!
    Tem um dia feluz!

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  13. Um dia feliz para ti, também, Ana.
    (à cautela vou à 5 à Sec limpar o fraque, nunca se sabe quando é que os amigos não têm de viajar para a Suécia)

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  14. Por isso se diz que dos fraques não reza a estória.

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